sábado, 2 de julho de 2016

CONFABULANDO

No segundo bimestre, como parte do Ler e Escrever, trabalhamos com Fábulas, fizemos como o projeto direcionar, mas acabamos criando nosso próprio projeto, além das leituras, das reescritas e releituras, fizemos ilustrações das fábulas com origamis, com o tangram, com imagem da digital, desenhos e quilling etc, depois irei postar os caminhos, passos e resultados, produto do projeto...

Aprender com as diferenças

in http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=53710



Fonte: CAVÉQUI, Márcia Paganini. A escola é nossa. Português. 4º Ano do Ensino Fundamental. São Paulo: Scipione , 2007. p.112, 113, 114. (Coleção: A escola é nossa.).
 
Professor, após a leitura do texto explique para os alunos o que é preconceito e discriminação, para que assim compreendam e entendam que há uma diferença entre as duas palavras.

Discriminação: O termo discriminação tem sua origem na palavra latina "discriminatio" e quer dizer separação ou distinção. A discriminação é um ato de cortar ou de separar. Diz-se que há discriminação social quando, num grupo ou numa sociedade, parte da população recebe tratamento diferente e desigual em relação aos restantes.

Preconceito: É uma postura ou ideia pré-concebida, uma atitude de alienação a tudo aquilo que foge dos “padrões” de uma sociedade. As principais formas são: preconceito racial, social e sexual.
Professor, para saber mais acesse o sítio disponível em: <http://www.mundoeducacao.com/sociologia/preconceito.htm>. Acesso em: 12 de nov. 2013.

Professor, converse com os alunos sobre o texto lido e faça a interpretação oral com as seguintes questões:

  •  O texto trata de preconceito. O que você entende sobre isso?
  •  No final do texto, foi citado que é “importante aprender a aceitar os colegas de classe, do prédio ou da rua, independentemente das suas diferenças”. Você concorda com esse ponto de vista? Explique.

Professor, explique aos alunos que o texto que eles leram é uma reportagem, um texto jornalístico. Comente que uma reportagem sempre apresenta um título, são fatos reais, ou seja, com assuntos que realmente aconteceram. Caso você não tenha estudado com os alunos este gênero textual é interessante que você trabalhe sobre o mesmo.

Para saber mais acesse o sítio: “Info Escola. Textos jornalísticos”. Disponível em: <http://www.infoescola.com/redacao/textos-jornalisticos/>. Acesso em: 13 de nov. 2013.

Após fazer uma explanação sobre textos jornalísticos faça a interpretação do texto, passe na lousa ou distribua cópias para que os alunos tenham o registro no caderno.

Interpretação escrita

 
        1)      Lemos um texto jornalístico, onde podemos encontrar este tipo de texto?
 
_______________________________________________________________
 
        2)      Para qual faixa de idade esse texto foi escrito? Como você descobriu?

        3)      Você sabe dizer como é chamada a pessoa que escreve uma reportagem? Em sua opinião, esse profissional pode inventar os acontecimentos que escreve? Por quê?

       4)      Nas reportagens, é comum aparecer à transcrição da fala de pessoas. Sublinhe, na reportagem lida, uma fala.

       5)      De acordo com o que estudamos sobre textos jornalísticos vamos comparar os textos “Ainda bem que tudo é diferente” e “Aprendendo com as diferenças”. Para isso complete o quadro com os nomes desses textos.
Narra acontecimentos criados pela imaginação de alguém.

Narra acontecimentos reais, que realmente ocorreram.


Apresenta personagens, isto é, seres imaginários criados pelo escritor.

Apresenta pessoas que realmente existem.

 
Professor, após os alunos concluírem as atividades, faça a correção coletiva. Em seguida proponha-lhes um debate sobre o tema que está sendo estudado, é interessante que você crie situações para que eles interajam e participem do debate.

O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Desenvolver habilidades de leitura e de escrita;
  • Compreender as características do gênero em estudo, bem como as principais ideias;
  • Localizar informações no texto;
  • Analisar informações com base em dados obtidos individualmente ou pelos grupos;
  • Reconhecer o gênero textual: cartaz, texto jornalístico.
  • Perceber as características dos gêneros estudados;
  • Estruturar textos orais lógicos e com coerência de ideias;
  • Fazer os registros em cadernos;
  • Realizar debates;
  • Conhecer o significado das palavras preconceito e discriminação;
  • Desenvolver habilidades de ouvir, de falar, de interpretar e de expressar opiniões pessoais;
  • Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências em grupos.

A interpretação de texto permite que as pessoas entendam o domínio sobre a linguagem escrita e falada e se tornem cada vez mais eficientes no processo de transmissão e compreensão de ideias ou informações.
É por essa razão que a interpretação favorece a compreensão profissional e acadêmica, pois facilita o entendimento e assimilação de conteúdos diversos.
Para que uma pessoa desenvolva sua capacidade de interpretação, é fundamental que comece a fazer exercícios relacionados ao assunto o mais cedo possível.
Esse conteúdo pode ser trabalhado desde as séries do ensino fundamental, a fim de que os alunos se familiarizem com ela e não tenha tantos problemas relacionados à linguagem na vida adulta.
in: http://escolaeducacao.com.br/atividades-de-interpretacao-de-texto-4-ano/

As dificuldades de interpretação de textos têm sido muito forte nas turmas de alunos (não é só com minhas turmas), não acho que eles não tenham recebidos dos professores anteriores a base para isso, ai, a armadilha do analfabetismo funcional esta aumentando agora, puro achismo que eu gostaria de estudar, pois a criança esperam da escola um google, eu coloco a lição na lousa, em vez de ler, copiar, responder, eles esperam, conversam de outras coisas, copiam na marra, depois esperam novamente, como se fosse linkar e a resposta vai aparecer, e ai quando vou para correção, na marra copiam a correção na lousa, na prova querem que leia para eles, mesmo sabendo ler... eu penso em fazer um projeto deixe uma criança ler para você, pois eles esperam demais que leiamos para eles, e esquecem o perigo de deixar alguém pensar pela gente...

Para meu semanário... quase um semestrário...

Juro que eu achava que eu tinha um blog, ou blogger, chamado semanário, deste como fazemos em escolas, para organizar planejamento e mesmo para inglês ver em alguns casos, tipo obrigação e tanta coisa mais, mas que é uma ferramenta chata de ser feita, por mais que tem pessoas que se dedicam tanto, fazem tão bonito que parecem amar, e ficar verdadeira obras de artes, que qualquer autor de livro didático sonharia em ter, depois viram acúmulos em armários, e necessariamente uma aula bem descrita é uma aula bem vivida, mas eu preciso de um espaço para deixar registrado algumas experiências e práticas e que possa ser compartilhado como uma extensão da lousa, eu não acho a modernidade ruim, eu mesmo bato foto de lousa para quando quero reler, escrevo para fixar, mas organizacionalmente bater foto de uma lousa não é um crime, crime é filmar e jogar na rede algo que estamos falando em off, e colocar coisas que outras pessoas é que tem direito de imagem... o aluno pode usar o semanário para copiar uma lição que falta, o aluno de eterna lição incompleta pode ler em véspera de prova no desespero característico, a mãe, o pai pode usar para ajudar na lição de casa, ou para saber se o aluno copiou ao menos a lição certa, e pessoas que não estão na escola formal, mas querem ler a lição podem, e eu posso usar em outros anos e outras pedagogas e professores, podem usar atividades que foram legais e que ensinaram muito, mas isso não tira o papel e a caneta, não tira a lousa e o giz, isso não pode ser o que vale, pois me incomoda chegar em um hospital e falar que estão sem sistema para fazer uma ficha, e ai a pessoa vai ficar esperando, mando ela voltar depois, o banco aproveita mais o dinheiro das pessoas ficando sem sistema, pois o juros não deixa de ser cobrado, e o mercado fica com fila para usar a calculadora, pois as pessoas nem sabem fazer contas... primeiro vem o simples, depois vem os facilitadores, que não podem nos deixar acomodados demais, e fora zumbis de celulares e etc, temos acima de tudo que pensar, refletir e tornar os afetos mais que palavras, porque abraço escrito não é abraço dado... enfim como aqui no porta folhas cabe meu #semanário não vou fazer outro blog não, vou usar este...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

"Professor não é o que ensina, mas o que desperta no aluno a vontade de aprender" Piaget


LEMBRO QUANTAS VEZES ESSE ALUNO, COM A DÚVIDA DE QUERER ESTAR ALI, DE QUE IRIA APRENDER ALGO ALI - ERA EU...

MUITAS VEZES EU ME ENDURECI, MUITAS VEZES FIQUEI PRESA EM UMA IDEIA DEMORANDO QUERER REORGANIZA-LA...

AINDA ME COLOCO COMO A ALUNA QUE FUI, PENSA PENSAR OS ALUNOS QUE TENHO...

Pensando com outras pessoas, e em curso, (tanto fazendo o curso, como o pensamento esta em curso, de caminho) uso das ferramentas, em sala de aula, na escola... aprendi isso na universidade, mas depois passou, e ai penso em tecnologia, com o giz e o caderno, como com o "canetão" na lousa branca... Penso em como são intimistas meus blogs, meus, para mim mesmo... e ai, as tentativas frustradas de fazer o blog, ou mesmo páginas ou comunidades, de modo coletivo... saindo da ideia de quem vai ler, e fazendo em forma de registro, para que possa melhorar a minha própria prática de educar...

(as imagens achei pelo google... http://www.jlcarneiro.com/dia-dos-professores-2009/ http://coisasmil.blogs.sapo.pt/28443.html)